Palestras por Thomas F. Reaoch

Networking - Curso Consultoria - Marketing Pessoal -

Personal Branding 
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Artigos por Thomas


Cara de pau ou cara de negócios?



Recentemente li um artigo sobre técnicas de networking em feiras e convenções. As dicas coincidiram com minha forma de agir e me levaram a lembrar as minhas participações em feiras, tanto como visitante quanto expositor.

Networking é um processo e, como qualquer processo, precisa de energia para funcionar. A energia que adicionamos ao processo de networking é a energia pessoal.

Nós participamos de feiras e eventos não só para divulgar nossos produtos ou serviços, mas principalmente para conhecer mais pessoas com o objetivo de melhorar nossos negócios e, sim, ganhar dinheiro.

No processo de networking precisamos estar dispostos a encontrar novas pessoas e torná-las aliadas e/ou clientes. Durante visitas e participações em feiras encontramos dezenas, centenas e até milhares delas. Como interagir depois com esses profissionais e como administrar os novos contatos?

Eu continuo defendendo a entrega de um cartão de visita nos encontros pessoais, e também acho que num encontro o mais importante é conseguir os dados de contato das pessoas que encontramos.

Essa opinião também foi expressa por David Kerpen, CEO da Likeable Local, no artigo “Six Secrets to Better Networking at Conferences”, em que também defende que o mais importante é o cartão que recebemos do nosso “alvo”.


Eu concordo com David. A informação de contato de um novo prospect é valiosíssima. Mas na minha experiência, descobri que muitas pessoas “não tem um cartão de visita” ou, quando abordadas, dizem que o cartão “acabou”. O que fazer, então?

Para contornar a situação, criei “cartões em branco” que entrego para as pessoas que me interessam e que estão sem cartão. Além disso, também ofereço uma caneta e pergunto se precisa de auxilio para preencher. Assim, tenho certeza de conseguir os dados de contato das pessoas que realmente me interessam.

Dessa forma, consigo captar e posteriormente registrar os dados no meu sistema de controle de contatos. É melhor, e mais profissional, escrever os dados num cartão adequado do que num pedaço de papel qualquer ou num guardanapo!

Outro ponto sugerido por David é que tenhamos uma “assinatura”, ou seja, uma forma de ajudar as pessoas a se lembrar de nós.

Não por acaso, o David sempre veste sapatos de cor laranja quando participa de feiras ou eventos. Ele tem 21 pares dessa cor e garante que é lembrado por isso… Eu ainda não comprei os sapatos, mas minha assinatura é a técnica de usar a foto nos meus cartões.

Quantas vezes voltamos de um evento ou feira com dezenas ou centenas de cartões que recebemos e não conseguimos nos lembrar daquelas pessoas que nos entregaram?

Um dos segredos de networking é ser lembrado pelas pessoas que encontramos. Com a foto eu ajudo as pessoas a se lembrarem de mim.

Ter cartões com fotos é uma raridade – as pessoas que tem meu cartão acabam mostrando para outras pessoas como exemplo.

Sim, alguns podem achar que isso é muita “cara de pau” ou muito excessivo. Não me importa. É a imagem do cara que gostaria que meus contatos, parceiros e clientes lembrem quando pensam em negócios! É o meu cara de “negócios”! Qual é o seu?

Artigo por Thomas F. Reaoch, Palestrante,Coach Pessoal, Coach Executivo, aconselhamento de carreira, consultor empresarial da RC Invest em Campinas.
Autor do livro Seja executivo e não executado! Planejamento profissional e pessoal em todas as idades.




Networking: A ‘culpada’ é sua mãe!




Nas minhas palestras sobre networking, eu sempre falo que a maior culpada pelas dificuldades de networking no Brasil são as mães brasileiras. De imediato, todos fiquem espantados e reclamam da minha colocação. Mas daí eu pergunto: “O que é que sua mãe falava antes de vocês sair de casa?”.

Logo em seguida, vem a resposta da plateia: “Minha mãe dizia para que eu não falasse com pessoas estranhas”.

As barreiras em aumentar nosso circulo de relacionamento estão na nossa cabeça.

Quando participamos de eventos corporativos, feiras de negócios e reuniões de associações empresariais, as palavras das mães continuam nos influenciando. Entramos numa sala cheia de pessoas novas, desconhecidas, e o que fazemos? Procuramos por pessoas conhecidas (!).

Falar com uma pessoa estranha, dificilmente. “É melhor fingir que estou falando ao telefone, para não ir contra as palavras da minha mãe…”

Criamos alguns mitos sobre networking. Por exemplo, achar que conhecendo algumas pessoas “bem conectadas” é o suficiente.

Estatisticamente, a maioria das pessoas no Brasil conhece de 100 a 150 pessoas, considerando seus grupos de amigos, colegas e parentes. É pouco num país de quase 200 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, o mesmo numero está perto de 650.

Ficamos sem conhecer pessoas novas. Temos vergonha de falar com quem não fomos apresentados. Temos medo do desconhecido. Em eventos, ficamos em grupos de conhecidos ou colegas de trabalho, chegamos até a criar barreiras físicas — como um grupo fechado, impedindo que outras pessoas possam nos abordar. É nossa zona de conforto, nossa proteção.

Achamos que somente entregando um cartão de visita ou um folheto da nossa empresa é suficiente. Ou pior, não entregamos um cartão de visita como medida de segurança! Não entregar seus dados de contato para não ser perturbado… Ai!

Networking é um processo com início, meio, mas sem fim. Nós somente podemos aumentar nosso grupo de relacionamento através de pessoas desconhecidas, tornando-as conhecidas; para tal, registramos os dados do novo contato para futura interação, colocando a informação no CRM da empresa.

Conseguimos aumentar a nossa confiança e credibilidade profissional através das pessoas já conhecidas, que podem servir de referência ou testemunhal em futuros negócios. No meio do processo de networking é aconselhável manter contato com nosso grupo relacional, criar uma forma de administrar a frequência de comunicação com os seus contatos. Isso tudo, mesmo na entressafra: mande um e-mail, faça uma ligação, envie um bilhete escrito à mão (coisa rara hoje em dia).

Sua mãe fazia isso muito bem quando você era criança, escrevendo os convites para o seu aniversário, entregando-os em mãos e aproveitando para falar sobre você. Marketing e networking são processos complementares e tem muito em comum.

As mães são as melhores diretoras de marketing dos filhos, pois elas não têm vergonha de falar sobre os seus méritos, até com estranhos.

Então, quando uma mãe fala “não fale com pessoas estranhas”, ela somente está repetindo o que a mãe dela falava. Na realidade, o que elas querem é que você tenha critérios de avaliação com quem você se relaciona.

Fica a dica: leve sua mãe a eventos ou à próxima feira de negócios. E deixe-a falar sobre você, sua carreira, seus sucessos, sua empresa, seus produtos e serviços!

Artigo por Thomas F. Reaoch, Palestrante,Coach Pessoal, Coach Executivo, aconselhamento de carreira, consultor empresarial da RC Invest em Campinas.
Autor do livro Seja executivo e não executado! Planejamento profissional e pessoal em todas as idades.




Networking no mundo real e virtual.

Como consumidores ou no papel de cliente, nos apreciamos muito o trato “pessoal”. O sabor da comida num restaurante é sempre melhor onde o Metre ou o garçom nos reconhece e chama por nome. Criamos-nos um link com empresas e produtos e serviços, mas sempre através da figura de uma pessoa. Somos emotivas e a emoção é uma característica de pessoas. É normal perguntar para amigos ou colegas antes de comprar qualquer coisa ou adquirir qualquer serviço, queremos saber da “experiência” que a pessoa teve não só com o produto, mas sim como toda a experiência. Referencias e propaganda de boca, não tem preço.

Mas Brasileiros culturalmente são tímidos e “tem vergonha” no encontro com pessoas desconhecidos. Parte vem da educação dos pais de “não falar com pessoas estranhas” Tem muito o habito de “ser apresentado” antes de se relacionar. O brasileiro leva isto ao mundo de negócios. Tipicamente o Brasileiro se relaciona num ambiente social, ou clube esportivo e ate tem dificuldade de ter negócios com alguém que torce por time concorrente! Poucos participam ativamente de associações comunitárias, empresarias ou ate do bairro, escola, etc. Normalmente pensam no networking só quando estão procurando um emprego.

O mundo de negócios hoje é totalmente globalizado e a forma de aumentar a nossa rede relacional é através de pessoas “desconhecidas”.

Networking é importante para todas as profissões, mas no Brasil umas são mais críticos, como por exemplo, advogados ou profissionais da área de saúde que sofrem de restrições de promoção pessoal. O fundamental de networking e uma rede relacional bem construída são de criar um mecanismo de ser sempre “lembrado” e “achado” quando alguém esta atrás do seu produto ou serviço.

Agora temos o networking virtual, no internet e sites de “Busca” como Google, você como profissional tem de aparecer no mundo virtual e criar uma rede relacional através de LinkedIn, e um Blog pessoal. Quem não consegue criar uma rede “real e presencial” dificilmente cria relacionamento virtual, infelizmente se tornado obsoleto em todas as dimensões.

Artigo por Thomas F. Reaoch, Palestrante,Coach Pessoal, Coach Executivo, aconselhamento de carreira, consultor empresarial da RC Invest em Campinas.
Autor do livro Seja executivo e não executado! Planejamento profissional e pessoal em todas as idades.




Invista no seu melhor patrimônio, você mesmo!

O maior dilema que todo mundo tem é sobre como e onde investir. Em tempo de crise a resposta é complicada. Poupar e investir são palavras que normalmente associamos a dinheiro e sim esta difícil ate de ganhar dinheiro, mas minha sugestão é de olhar para você mesmo. Investir em você.

Você é a maquina que via construir a sua vida você é o veiculo que vai levar você ao sucesso! Então é melhor cuidar de si mesmo, manter se preparada e funcionando muito bem. Parte da sua manutenção você faça em cuidados com a saúde e a imagem pessoal, aparência, eliminar hábitos como de fumar e beber. Esta é a parte externa da sua maquina e certamente é importante. As aparências são sempre importantes seja no relacionamento pessoal como em oportunidades de emprego.
Mas não e só de aparências que a maquina funciona. O motor precisa ter força para vencer os desafios e cavar as oportunidades. Sempre é o momento para investir no seu preparo, seu treinamento e do seu conteúdo.
Qualquer investimento na sua educação vai garantir um retorno para você como profissional. Cursos técnicos ou de preparo para concursos públicos são excelente formas de garantir um futuro mais tranquilo. Em reposta a crise, o próprio governo já anunciou programas de geração de emprego no setor publico.
Mesmo nas empresas que estão demitindo, sempre selecionam os mais bem preparados para permanecer e garantir a retomada quando o mercado volta à normal. Quando contratam procuram pessoas que sabem cuidar do seu desenvolvimento, pessoas que investem em sim, procurem pessoas com um currículo que demonstra o preparo para o momento e o futuro.
Estudos nos Estados Unidos demonstram que empresas que investem em treinamento têm um rendimento 45% a mais e também, pessoas que investem em treinamento próprio conseguem salários maiores e cargos melhores.

As “palavras chaves” que valorizam qualquer pessoa e qualquer currículo são: treinamento em liderança, autoconhecimento, relacionamento interpessoal, saber administrar conflitos, ser flexível,
auto-motivado, um Team Player, saber jogar em time.
Direciona o seu investimento pensando nas palavras chaves. Crises sempre passam, mas quem sempre sai melhor é quem aplica no lugar certo enquanto dentro da crise. Um investimento em você mesmo sempre trará um retorno durante e depois da crise e ainda mais, vale para toda a sua vida.

Artigo por Thomas F. Reaoch, Palestrante,Coach Pessoal, Coach Executivo, aconselhamento de carreira, consultor empresarial da RC Invest em Campinas.
 Autor do livro Seja executivo e não executado! Planejamento profissional e pessoal em todas as idades.





OBA! Sobrou um dinheirinho. EU GUARDO OU GASTO?

A pergunta é simples e a resposta também. Guarde o dinheiro!!

Estou escrevendo este artigo logo depois de uma das semanas de acontecimentos históricos com a crise da economia americana. Para quem segue o noticiário, deve ter ouvido sobre a quebra de alguns bancos de investimento, a queda do valor de muitas empresas nos bolsas de valores de todos os países no mundo e um plano bilionário de resgate da economia. Bancos e empresas centenárias deixaram de existir ou foram comprados por um preço simbólico.

Mas podemos perguntar: E eu com isto? Você já esteve na beirada de um lago e observou que ao jogar uma pedra no meio pode ver ondas saindo de forma circular ao redor do ponto de impacto?

Quanto maior a pedra, maior a onda e também quanto mais distante mais tempo para a onda chegar à beirada.
O Brasil e a nossa região vêm de uma onda de crescimento e prosperidade. Mais pessoas estudando, conseguindo um emprego, recebendo salários e sim mais dinheiro no bolso!!

Comprando mais coisas: alimentos, roupas, celulares, automóveis, motocicletas e moradia - tudo esta na lista de compras.
O crédito também ficou mais fácil no Brasil. Podemos financiar um carro em até 72 prestações mensais. E até sem entrada :
uma motocicleta nova em 50 vezes de R$ 150 com a primeira prestação “só no ano que vem” . Ou pode adquirir uma casa ou apartamento com “zero de sinal, 100% financiado”.

Tudo muito fácil não é? Nossos amigos da escola ou o nosso vizinho aparece com algo de novo, automaticamente pensamos “eu quero também”, ainda mais depois que ele contou como foi “fácil”, foi só “apresentar o CPF”...

Cuidado!

Os Estados Unidos entraram na crise porque o crédito era fácil e todos acharam que seria possível pagar as prestações mensais. Não era a verdade, as taxas de juros subiram, as pessoas deixaram de pagar as prestações e ate começaram fazer mais empréstimos em bancos para pagar contas atrasadas!

Você já fez isto com chiclete? Encher a bolha até estourar e sujar o rosto e grudar no cabelo? - Como dizem a bolha estourou! Acontece assim com nossas contas, compramos, compramos e compramos até estourar a conta bancária. Só que em vez de sujar o rosto ou cabelo, podemos perder tudo que compramos.

Qual a solução? Guardar, guardar e guardar. Se você for um jovem ainda morando em casa, aproveite que não tem muitas despesas e comece a ter disciplina e o hábito de economizar. Todo mês coloque uma quantidade na conta, mesmo que sejam R$10 mensais. A poupança é a forma mais simples e mais segura economizar dinheiro. Os riscos são baixos, mas os rendimentos também. E é por isto que você precisa pensar no prazo que você possa necessitar do dinheiro. Abaixo são as sugestões de tipos de “aplicação”, ou seja, formas de economizar dinheiro e ganhar dinheiro com o dinheiro. O seu dinheiro trabalhando para você.

APLICAÇÕES RECOMENDADAS CONFORME PRAZO DESEJADO

CURTO PRAZO ate 5 ANOS: CADERNETA DE POUPANÇA., DI Depósitos Interbancários, FUNDO DE INVESTIMENTO DE CURTO PRAZO


MÉDIO PRAZO de 5 A 10 ANOS : FUNDO DE AÇÕES, FUNDO DE INVESTIMENTO DE LONGO PRAZO, DI Depósitos Interbancários


LONGO PRAZO + QUE 10 ANOS: PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre, uma opção para incrementar a aposentadoria).
AÇÕES.

O segredo de sucesso em investimentos pessoais vem de uma diversificação entre o maior número de tipos de investimento e em prazos variados. E mesmo com toda confusão no mercado de ações e a Bolsa de Valores, a minha sugestão para as pessoas e principalmente os jovens é de entender como funciona. Os jovens descobrem cada vez mais o “home broker" ou seja o "Corretor em Casa", com acesso via internet e com investimentos de R$ 50 ou 100 é possível abrir uma conta on line e administrar sua própria carteira de ações . Você pode ganhar dinheiro e aprender muito sobre o mundo de investimentos e como as empresas crescem ou quebram!

Em todos os casos a palavra de ordem deve ser sempre de “Cautela” com razão e informação em vez de “emoção”. Guardar dinheiro e investir bem pode trazer bons lucros mesmo em períodos de crise. Assim terá o dinheiro para gastar e comprar o que precisa e sem riscos.

Artigo por Thomas F. Reaoch, Palestrante, Coach Pessoal, Coach Executivo, aconselhamento de carreira, consultor empresarial da RC Invest em Campinas. Autor do livro Seja executivo e não executado! Planejamento profissional e pessoal em todas as idades.







Andando nos trilhos da Vida!


A palavra "Planejamento" talvez seja uma das mais usadas dentro de empresas e é muito aplicada nos negócios, mas minha vivencia mostra que é pouco aplicada quando falamos a nível pessoal.


Eu me lembro da minha juventude, comecei trabalhando com 8 anos de idade, como entregador de jornais, depois no colégio como ajudante num açougue, ajudante em lanchonete, e frentista em posto entre outras coisas. Uma coisa sempre levou a outra!

Mesmo hoje os jovens estão convencidos de que a “correnteza da Vida” naturalmente vai levá-los ao caminho do crescimento e sucesso. Entram muito na “Onda”, no modismo, infelizmente sem analisar e sem planejar. O que será, será! Acreditam no “Jeitinho”.


Mas eu aprendi que a vida é uma viagem, e como em para qualquer viagem, precisa ser planejada. Se não, gastamos muita energia inutilmente.


Minha sugestão é simples: Imagine sua vida como uma viagem de trem e você é a locomotiva é o maquinista. A viagem, como a própria vida, é longa, e poderá ser um agradável passeio no tempo.


Nossa locomotiva precisa de combustível, que na vida real vem de duas coisas: da aprendizagem e de um emprego. O que nós aprendemos na escola, nos levará a um emprego com salário de qualidade, ou seja, o nosso combustível da vida e da viagem.

Na viagem da vida vamos acoplar vagões de carga (uma motocileta, um carro, uma casa, telefone celular, bens de consumo, etc.) e vagões de passageiros (namorada, esposa, filhos, netos, e parentes). O maquinista e passageiros precisam de alimentação, diversão e lazer. A nossa locomotiva e vagões precisam de manutenção, eventualmente precisa trocar ou recondicionar.

Haja combustível!


É claro que sem combustível em quantidade e qualidade suficientes não podemos andar muito na viagem da vida.

Quanto mais cedo na vida começarmos o planejamento, melhor e mais agradável será a viagem. Ai a importância da educação, de cursos e de conhecimentos que o levará a um emprego de qualidade, um salário que pode alimentar a locomotiva e que permita mais carga e mais passageiros, que permita mais educação e crescimento profissional, garantindo a viagem,

felicidade e satisfação da vida!


Faça o seu orçamento pessoal e familiar, faça a analise da sua formação acadêmica e faça seus planos pessoais e familiares. Comece simplesmente com uma folha de papel e um lápis. Trace duas linhas horizontais que seriam os trilhos da ferrovia.

No lado esquerdo coloque um numero que é a sua idade atual, e do lado direito da linha o numero 100, a idade que você pode alcançar, ou seja, a distância da sua viagem.


Assim:

“x”

___________________________________________________ 100

____________________________________________________

Abaixo das linhas escreva o que você gostaria de acontecer na sua vida, por exemplo: estudar, se formar, trabalhar, casar, ter filhos, comprar casa, etc., etc.


Você já esta vendo quantos vagões de carga e passageiros terão no seu trem.

Agora em outra folha, liste quanto combustível/dinheiro você tem. Também liste o combustível/dinheiro que você acha que vai precisar para cada “vagão” para cada “passageiro”.


Desenham linhas verticais entre os trilhos, os dormentes. Os dormentes representam a educação que você vai precisar terna sua vida, na sua viagem. É a educação que nos sustentara no caminho da vida, na busca de emprego, como os dormentes sustentam as trilhas.


Não saia da estação com sua locomotiva sem saber, onde e como você vai abastecer. Você pode parar no meio do caminho por falta de combustível, ou pior, descarrilar por excesso de peso nas curvas da vida!


Thomas F. Reaoch é norte americano, consultor empresarial da RC Invest ; Membro Amcham Campinas, Autor do livro Seja executivo e não executado! Planejamento profissional e pessoal em todas as idades; Palestrante conhecido como o ”Rei de Networking”, e comentarista na Rádio Talk 2 Brazil.







Liderança, Produtividade e Comunicação

São palavras usadas no dia a dia em empresas em qualquer local do mundo. Querem aumentar a produtividade, comunicar-se melhor com seu público interno e externo, e sabem que para melhorar e alcançar os objetivos é preciso exercer liderança efetiva.
Como então desenvolver o líder? Como aprender ser um líder, que lidera, comunica e apresenta resultados, superando metas e aumentando a própria produtividade, do grupo ou equipe e da empresa, e exercer liderança mesmo em grupos familiares ou comunitários?

A Liderança funciona quando os liderados estão em alinhamento com o líder. Alguns pontos são importantes:

Um aspecto essencial ao desenvolvimento do líder é o compromisso dele para com o desenvolvimento profissional dos membros de sua equipe.

Compreendam esta necessidade de transmissão do conhecimento e desenvolvimento de potenciais dentro do grupo.

As empresas modernas funcionam através da formação de equipes, oferecendo oportunidades de desenvolver o trabalho e principalmente, exercitar a liderança, estimulando a capacitação de líderes mais eficientes que favoreçam o desenvolvimento de seus liderados, garantindo assim o crescimento da empresa com o fruto do trabalho das equipes.

Na análise dos seguintes grupos e pessoas que reconhecem a importância da liderança:

GE General Electric

Girl Scouts - Escoteiras dos Estados Unidos

Exercito Americano

Tom Peters, autor

Podemos ver diversas perspectivas sobre liderança e o que consideram importante.

O CEO da GE Jeff Immelt relata “Things Leaders Do” (O que líderes fazem):

Responsabilidade Pessoal

Simplificar Constantemente

Contexto: Como Caber no Mundo

Gestão de Tempo e Prioridades

Aprender e Aprender Ensinar

Estilo Próprio; Viagem dentro de si

Gestão com Limites: Engajamento, Paixão, Confiança, e Teamwork

Foco na disciplina e detalhe

Deixar algumas coisas sem resposta

Gostar de pessoas

No site das escoteiras Girl Scouts podemos verificar as “Cinco Qualidades de Liderança”

Autoconhecimento

Engajamento

Reconhecer
que não sabe tudo

Estar aberto a mudança

“Go the Extra Mile” - ir alem do esperado

Do exército americano temos os “Os 11 Princípios de liderança”

Proficiência Tática e Técnica

Autoconhecimento e desenvolvimento

Conhecer os seus soldados e zelar pelo bem estar

Manter a tropa informada

Ser o exemplo

Garantir que a tarefa seja entendida, supervisionada e cumprida

Treinar os soldados como um time

Decidir racional e pontualmente

Desenvolver o sentido de responsabilidade nos subordinados

Escalar de acordo com a capacitação

Ser responsável por seus atos

E o autor Tom Peters lista os “Traços de bons lideres”

Honestidade

Competencia

Ser visionário

Motivar e inspirar

Inteligencia

Ser justo

Buscar diversidade

Ser corajoso

Objetividade

Criatividade

É interessante notar que GE, escoteiras e o exército americano convergem no item autoconhecimento. Um líder precisa se conhecer, saber aprender para poder ensinar, reconhecer que não sabe tudo. Todos os outros pontos também fazem parte do alicerce de sustentação de todo líder de sucesso.

Podemos definir Liderança como um processo de conduzir um grupo de pessoas. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados para que contribuam da melhor forma com os objetivos do grupo.

Concorda com a definição? Faça um auto-inventário, a “viagem dentro de si” como Jeff Immelt sugere. Anote as características de liderança que você já tem e quais precisam desenvolver. Seja líder de você mesmo, lidere o processo de autoconhecimento e o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Boa viagem!

Thomas F. Reaoch é norte americano, Coach Pessoal ,consultor na RC Invest e membro da Amcham Campinas, SP; é autor do livro Seja executivo e não executado!; Palestrante conhecido como o ”Rei de Networking”, e comentarista na Rádio Talk 2 Brazil. http://about.me/tomreaoch





Cartão de visita versus cartão de negócios, ferramentas de networking.

Quando analisamos a historia de cartões de visita ficamos surpresos ao descobrir que o seu uso começou na China no século 15. Hoje, depois de tanto tempo eu continuo surpreso ao descobrir que a maioria das pessoas ainda não tem um cartão. É a crise de identidade!

Qual a função de um cartão de visita? Tecnicamente a função é de transmitir informação sobre o portador. O cartão como é conhecido no Brasil tem suas origens na França no século 17 com o Rei Louis; naquela época quem ia fazer uma visita pessoal, em primeiro lugar enviava um cartão de visita através de um portador. O portador ia à casa do pretendido visitado e apresentava o cartão, e a resposta positiva ou negativa era reportada ao visitante.

Desta maneira o visitante sabia antemão que iria ser recebido, não passando pelo vexame de não ser recebido. Na visita o visitante apresentava o seu cartão ao servente do visitado, que colocava o cartão em uma bandeja de prata na entrada da casa. Os cartões de visitas anteriores ficavam expostos na bandeja de forma que registrava o histórico dos visitantes anteriores, demonstrando o prestigio e status do visitado.

No mundo de negócios a evolução do uso do cartão passou pela Inglaterra também no século 17, onde o cartão era chamado de trade card ou cartão de comercio. A função era mostrar de uma forma gráfica e com desenhos o produto ou serviço do comerciante, e no verso uma indicação de como chegar ao estabelecimento. Lembre-se que a maioria das pessoas não sabia ler, e o uso de endereços como nós conhecemos hoje não era comum. Com o início do comercio nas Américas, o cartão era denominado de business card ou cartão de negócios.

As nuances do uso de cartões são culturais, mas são muito importantes quando analisamos os aspectos de relacionamento pessoal e profissional em diferentes países, ainda mais hoje em um mundo globalizado. No Brasil minha impressão é que as relações entre pessoas e até entre empresas tendem a ser mais informais, sem registro, e às vezes sem compromisso.

No mundo de hoje networking, redes de relacionamento, prospecção, marketing de rede, gestão de relacionamento, produtividade, liderança e comunicação, são palavras de uso constante e em qualquer frase de negócio. Também devem ser palavras do nosso uso pessoal. Qual é a nossa rede de relacionamento, de amigos, parentes, conhecidos? Nos comunicamos com eles de forma adequada e produtiva? Se não sabemos nos relacionar com amigos e conhecidos, como podemos fazê-lo com desconhecidos no mundo de negócios?

Para quem está no inicio da carreira ou ainda na escola, pensando e planejando o seu futuro, quais são seus contatos? Você já tem o seu cartão pessoal, de visita? Aquele cartão que tem o seu nome completo, um endereço de email e um telefone que funciona? E que receba recados? Para apresentar para os amigos você pode até ter um cartão com o endereço completo da sua residência; quando os convidar para “tomar um café” eles sabem onde ir!!

O hábito de trocar cartões de visita entre amigos e conhecidos é muito raro no Brasil. Mesmo no mundo empresarial não é uma pratica comum como em outros países. O sucesso do networking é feito entre pessoas, no nível pessoal e depois no nível profissional ou empresarial.

Para iniciar a sua rede de relacionamento, que será sua para o resto da vida, é preciso ter ferramentas adequadas. O cartão de visita pessoal é a primeira, e a segunda é o cartão de negócios - o seu business card! Novamente seu nome, telefone, email e mais sua profissão ou área de atuação - contador, consultor, vendedor, cabeleireiro, mecânico, executivo, estudante, seja o que for.

Coloque as primeiras ferramentas na sua caixa de sucesso!


Thomas F. Reaoch é norte americano, consultor empresarial e membro da Amcham Campinas, SP; é autor do livro Seja executivo e não executado!; Palestrante conhecido como o ”Rei de Networking”, e comentarista na Rádio www.Talk2Brazil.com www.thomasreaoch.com.br